> Eu, pessoalmente, acho ECQ um princípio *muito* suspeito.  O difícil é
> que, sem ECQ, um construtivista ficaria basicamente sem negação (ao
> estilo do cálculo mínimo de Johansson), ou a negação cessaria de ser um
> operador *lógico*.

Por quê, Hermógenes?

> Martin-Löf, no artigo de fundamentação filosófica da sua Teoria dos
> Tipos[7], assume que as regras de introdução dão o significado das
> constantes lógicas e, a partir daí, justifica as regras de eliminação.

E o que dizer do conectivo nulário de absurdo, que não possui regra de
introdução?

Abraços, JM

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