Olá Rodrigo, Você diz que "Em nenhum momento é dito nada sobre real, racional ou irracional". Porém, afirma na sua primeira mensagem que "mas me parece que construído dessa maneira, acaba derrubando o ponto central da argumentação do Cantor". O que seria, nesse caso, esse ponto central da argumentação de Cantor? Ao que parece, o ponto central do argumento da diagonal é determinar se *"os reais têm ou não o 'mesmo tamanho' dos naturais"* (sendo 'mesmo tamanho' a existência de uma bijeção entre os dois conjuntos). Quando elabora uma L que lista reais a partir de números naturais, é preciso que essa lista seja exaustiva. Caso contrário, qual é o significado de dizer que existe um real fora da lista? A sequência (1,2,3,4,...) lista números reais -- e sabemos que 1,5 não foi listado. Isso parece equivalente à construção que tentou fazer.
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