eiabel,
Jurgen esta recebendo tres adoleceentes americanas  no istituto de
permcultura <http://www.permacultura.org.br/> que ele ta criando,com isto
vamos formar um bando com nossos metarecicleiros do bailux para juntos
emtrarmos em contato com o que ele chama de tecnologias alternativas.Todo
dia nesta nossa rede fisica da aldeia temos pessoas se manifestando e
validando nosso territŕio metarecs e no passo a passo vamos contaminando
outros segementos da comunidade.
abs da multidão

2008/8/6 eiabel lelex <[EMAIL PROTECTED]>

> comunidade é modo de vida do povão, da periferia, produto da cultura
> popular. o resto é teorização prá reiventar a roda.
>
> ou vcs acham que o povo sobrevive porque mesmo? porque são uma comunidade,
> porque trazem sentimento de pertencimento, porque se identificam se orgulham
> do lugar onde vivem, porque sabem que ali tem amparo, proteção, ajuda... as
> comunidades tem lideres comunitários... se pegar a essencia da coisa tu
> entende o espírito... então, não adianta transpor termos sem saber direito o
> que quer... para sermos uma comunidade, precismos pertencer a ela,
> construí-la, defende-la, morrer por ela se preciso for...
>
> besos
>
>
> 2008/8/6 Çtalker <[EMAIL PROTECTED]>
>
>>
>>  também acho que "unida" não é a real. "distribuída"
>>> até é, mas o que eu tava questionando não era isso, era
>>> "comunidade". o que é isso?
>>>
>>>
>> Comunidade é uma lógica específica chamada de comunalização, pela qual
>> produzimos "nós", subjetivações coletivas, uma imagem de corpo coletiva. A
>> peculiaridade dessa lógica é que ela opera no inconsciente, pelos afetos e
>> sensações, pelos juízos perceptuais que nos organizam enquanto sujeitos. Por
>> isso mesmo o que a gente vai depois de "comunidade" (ou nomes equivalentes)
>> sempre parece sem propósito e sem origem. Quando a gente nota, denomina e
>> define, uma parte da comunalização assume a forma de socialização
>> (contratos, estruturas).
>>
>> Porque se dependemos desses laços profundos para nos constituirmos como
>> sujeitos, evidentemente que esses laços não são acessíveis a nosso
>> discernimento racional, simbólico, consciente. Quando passam a ser, muito do
>> encanto se perde. A o feitiço (o fetiche) se dissipa como se nada tivesse
>> acontecido, ou então vira amor ágapastico (amor sem cobiça).
>>
>> Como disse um meio-irmão meu, "quem não escolhe o que perder, perde o que
>> não escolher".
>>
>> Agapasmo para todos! Çtalkre.
>>
>>
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> "Se você não concordar, não posso me desculpar..."
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mortalha anestésica?"
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