Apesar de não mapear tanto rodovias - prefiro, por preferência pessoal, focar em POIs e micromapping - dar meus 2 centavos dizendo que concordo plenamente com a sua opinião, Pedro. De fato, é estranho cair de trunk pra primary e depois voltar a trunk quando as vias são ligações naturais, como é o caso da Pasteur - Praia de Botafogo - Pinheiro Machado (exemplo [4]).
[]s 2013/1/31 Pedro Geaquinto <[email protected]> > > > Também gostaria de dizer que discordo da definição de vias "trunk" em meio >>> rural. >> >> >> Me perdõe, mas eu realmente não entendi o que você quis dizer aqui. Há >> muitas trunk e motorway em meio rural na europa, porque não poderia haver >> aqui? >> >> >>> Não podem ser vias não duplicadas! Imagine uma auto-estrada duplicada >>> importante que a um certo momento vai pra via simples: simplesmente teria >>> que passar de "motorway" para "primary", o que é desencorajado em >>> ferramentas como o Keep it Right (motorway só se ligaria com trunk, >>> motorway_link e service). Ou seja, estamos oficialmente fora de uma das >>> poucas convenções globais do OSM. >>> >> >> Então minha recomendação é esta: tem que refletir a realidade e tem que >> refletir a importância real da via. Se neste processo tiver de violar uma >> ou outra convenção, então paciência. O usuário comum dos nossos mapas não >> sabe nada sobre estas convenções, ele precisa olhar o mapa e saber o que >> fazer. Se uma rodovia é duplicada por uns 10 km que seja, para ele pode ser >> crucial saber disto. Por isto mapear estes 10 km como motorway e o restante >> como primary reflete a realidade e só assim será útil, mesmo que não siga >> rigorosamente algumas convenções. >> >> Legal que você esteja fazendo um tutorial, seria interessante adaptá-lo e >> passar para a wiki? >> >> > Gerald, o que discordo é a definição de trunk em meio rural: *"Rodovia de > trânsito rápido, pavimentada e duplicada com, no mínimo, duas pistas por > sentido, com cruzamentos ou obstruções (semáforos, lombadas, etc) e acesso > direto por ruas transversais, que podem cruzar diretamente o trânsito da > rodovia." **[1]* > > Isso é muito incomum em território brasileiro, o único caso que conheço é > a Rodovia do Sol entre Guarapari e Vitória (ES-060), e só por causa dos > seus retornos que cruzam a estrada *[2]*. Esses casos quase só acontecem > em vias locais (que geralmente já não é em um meio tão rural assim) ou > quando há intercalação com vias singelas, como em alguns trechos da Rodovia > Amaral Peixoto (RJ-106). *[3]* > > Acho que existem muitas vias de trânsito pesado, de suma importância > nacional, que ainda não são duplicadas. Por exemplo, a BR-101 Norte tem um > grande papel de ligação interestadual, e é rebaixado a mesma importância > que rodoviais estaduais marcadas como primary, apenas pela limitação física > de não haver duplicação. Poderíamos criar uma nova convenção baseada também > na importância de cada via, além das propriedades físicas (faixas, > duplicação): > > *- motorway:* duplicada sem obstruções; > *- trunk:* via de importância nacional/interestadual independente de ser > duplicada, geralmente federal (poderíamos fazer uma lista desses casos*), > ou uma motorway (via duplicada) com obstruções; > *- primary:* via de importância regional/estadual, geralmente singela, > federal ou estadual; > *- secondary:* via de importância intermunicipal/interdistrital, singela, > estadual ou municipal; > *- tertiary:* via menor de importância municipal/distrital; > *- unclassified: *via municipal não pavimentada; > > Isso representa um gradiente mais suave do que hoje em dia, que tem um > abismo entre trunk e primary. Pode-se ver que apenas contesto a definição > de trunk, e ainda parcialmente, já que concordo com a definição atual: é só > uma adição. > > Quanto às vias em meio urbano, acho perfeito do jeito que está, mas > poderíamos discutir essa minha doutrina de "hierarquia entre caminhos" ao > invés de interpretar tudo como uma mera "hierarquia entre vias". > Por exemplo, podemos encontrar pequenas exceções, como por exemplo, uma > via indubitavelmente trunk por quilômetros que se divide em um binário por > alguns metros (que pela definição representaria no máximo primary) e depois > volta a ser indubitavelmente trunk, como em Botafogo *[4]* ou talvez Vila > Velha *[5]* (entre a Terceira Ponte e a Rodovia do Sol existe um binário). > É aquilo: temos que assumir o *caminho como um todo*, senão poderíamos > classificar as trunks como motorway com exceção nos trechos em que existem > obstruções. > > *[1]:* > http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Pt-br:Guia_de_Mapeamento_do_Territ%C3%B3rio_Brasileiro > *[2]: *http://osm.org/go/PA50uOgVo > *[3]: *http://osm.org/go/OVe9aNdN > *[4]:* http://osm.org/go/OVcxz6Q1 > *[5]: *http://osm.org/go/PA8i3Ghh > *: Já posso adiantar as BRs 040, 101, 116 e 262 como candidatas à lista. > > _______________________________________________ > Talk-br mailing list > [email protected] > http://lists.openstreetmap.org/listinfo/talk-br > >
_______________________________________________ Talk-br mailing list [email protected] http://lists.openstreetmap.org/listinfo/talk-br
