Pessoal, bom dia. Eu sou um dos gostam de mapear rodovias, mas infelizmente estou sem tempo para acompanhar a discussão.
Ao fim das discussões, os colegas poderiam, por favor, apresentar um resumo de como o mapeamento deve ser feito, e atualizar o wiki com essas informações? Assim, quando eu tiver tempo para voltar a mapear, posso começar a utilizar o que foi decidido aqui, bem como corrigir o que for necessário em minha região. Obrigado! -- Rodrigo de Avila Analista de Desenvolvimento [email protected] • www.avila.net.br Em 5 de fevereiro de 2013 11:41, wille <[email protected]> escreveu: > Concordo com você, Gerald! > > Tenho apenas uma sugestão para as rodovias: > > Usar primary para pista simples, pavimentada e com acostamento > Usar secondary para pista simples, pavimentada e sem acostamento. > > Tenho tentado classificar assim aqui na Bahia, visto que uma pista sem > acostamento pode tornar o deslocamento mais lento. > > Em 2013-02-05 08:28, Gerald Weber escreveu: > >> Oi Pedro >> >> a discussão sobre classificação de estradas é importante e precisa de >> uma solução, então não vamos deixar esta discussão morrer. >> >> Gerald, o que discordo é a definição de trunk em meio rural: _"Rodovia >>> de trânsito rápido, pavimentada e duplicada com, no mínimo, duas pistas por >>> sentido, com cruzamentos ou obstruções (semáforos, lombadas, etc) e acesso >>> direto por ruas transversais, que podem cruzar diretamente o trânsito da >>> rodovia." _[1] >>> >>> >>> Isso é muito incomum em território brasileiro, o único caso que conheço >>> é a Rodovia do Sol entre Guarapari e Vitória (ES-060), e só por causa dos >>> seus retornos que cruzam a estrada [2]. Esses casos quase só acontecem em >>> vias locais (que geralmente já não é em um meio tão rural assim) ou quando >>> há intercalação com vias singelas, como em alguns trechos da Rodovia Amaral >>> Peixoto (RJ-106). [3] >>> >> >> Hum, creio que é mais comum do que você imagina. Uma rodovia que me >> veio imediatamente à mente foi a BR-040 entre o trevo de Ouro Preto >> até Juiz de Fora. >> http://osm.org/go/**PAWboq0f-<http://osm.org/go/PAWboq0f->[1] Note que >> inclusive >> >> já está como trunk. Esta rodovia tem 2 faixas de cada lado, mas não >> tem canteiro central. Ou seja é "quase-duplicada". Note que a BR-356 >> que liga é de pista simples e deveria ser primary. Deste trevo até BH >> de fato ela é motorway. >> >> >> Acho que existem muitas vias de trânsito pesado, de suma importância >>> nacional, que ainda não são duplicadas. Por exemplo, a BR-101 Norte tem um >>> grande papel de ligação interestadual, e é rebaixado a mesma importância >>> que rodoviais estaduais marcadas como primary, apenas pela limitação física >>> de não haver duplicação. Poderíamos criar uma nova convenção baseada também >>> na importância de cada via, além das propriedades físicas (faixas, >>> duplicação): >>> >> >> Nesta discussão você tem que ter em mente o usuário. Imagina uma >> pessoa que consulta o mapa e vê que é trunk, ela então assume que se >> trata de uma via duplicada mas que não chega a ser uma motorway e >> planeja a sua viagem de acordo. Chegando lá no entanto se depara com >> uma pista simples coalhada de caminhões. Seria um desserviço. >> >> - MOTORWAY: duplicada sem >> >> gmail_quote" style="margin:0 0 0 .8ex;border-left:1px #c >>> >> ing-left:1ex">- TRUNK: via de importância nacional/interestadual >> >> independente de ser duplicada, geralmente federal (p >> >> >>>> >>> Discordo. Nenhuma via de pista simples (2 faixas) deveria ser >>> classificada como trunk, por mais importante que seja pois estaria passando >>> uma informação equivocada ao usuário (veja exemplo acima). >>> � >>> >> quote class="gmail_quote" style="margin:0 0 0 .8ex;border-left:1px >> #ccc solid;padding-left:1ex"> - PRIMARY: via de importância >> >> regional/estadual, geralmente singela, federal ou estadual; >> - SECONDARY: via de importância intermunicipal/interdistrital, >> singela, estadual ou municipal; >> - TERTIARY: via m >> >> >> ; >>> >>> Discordo, em parte porque misturar federal e estadual levaria o mapeador >>> a classificar as rodovias de acordo com o órgão administrador, o que é >>> indesejável. E também porque dá margem demais à interpretações conflitantes. >>> >>> Talvez o mais importante é que precisamos de >>> >> cação simples que dê menos margem à interpretações subjetivas. Então >> sugiro algo assim. >> >> * MOTORWAY fica como está, descreve o formato da via independente >> de >> meio urbano ou rural. _Duplicada, com canteiro central sem >> cruzamentos e com acessos especiais (trevos)._ >> * TRUNK uma rodovia _quase-duplicada_, com 4 faixas ou 2x2 faixas, >> como ou sem canteiro central e _que pode ser cruzada_ em um ou mais >> pontos >> * PRIMARY (RODOVIA) pista simples e _pavimentada_. A grande >> maioria >> >> das rodovias se encaixa nesta. >> * SECONDARY (RODOVIA) _mesmo formato físico de primary_, porém >> como >> >> via alternativa a uma primary ou rodovias de acesso à cidades menores. >> * TERTIARY (RODOVIA) _sem pavimentação, _ou pavimentada mas sendo >> >> via alternativa a uma secondary. Adicionar sempre surface=unpaved >> quando se tratar de estrada sem pavimentação. >> * PRIMARY (URBANO) vias principais de trânsito rápido em >> metrópoles >> * SECONDARY (URBANO) vias coletoras de trânsito de primary >> * TERTIARY (URBANO) vias de trânsito principal em bairros ligando >> a >> >> vias primárias ou secundárias, pode ser por exemplo as vias onde >> passam ônibus no bairro. >> >> Eu ainda acho que estradas de terra merecemos uma orientação mais >> precisa. Que tal algo assim: >> >> Estrada de terra (surface=unpaved) classificada como TERTIARY, deve >> >> ser de utilização constante, ser larga o suficiente para a passagem de >> dois veículos em grande parte de sua extensão, ter algum tipo de >> manutenção periódica. Algunas caraterísticas que podem determinar que >> a estrada deve ser classificada como tertiary: presença de pontos de >> ônibus, linhas de ônibus, todas as travessias de rios por pontes ou >> balsas, tráfego constante de veículos, se consta nos mapas do DNIT ou >> DER e pode ser atríbuído uma ref (exemplo BR-030 entre Itacaré e >> Maraú). >> >> Estradas de terra (surfave=unpaved) classficiada como TRACK, de uso >> >> agrícola, ou predominantemente de uma faixa só, com travessias de rio >> sem pontos, e nenhuma das outras caraterísticas acima. >> >> Eu viajo bastante, principalmente em Minas Gerais e ocasionalmente >> por São Paulo, Bahia e Espírito Santo. Quando vou organizar meus >> roteiros só interessam na prática duas perguntas: a via é simples ou >> duplicada? É pavimentada ou de terra? >> >> Um excesso de hierarquias não ajuda em nada no planejamento de uma >> viagem. Na verdade isto deixa a gente até mais em dúvida. Não é à toa >> que o mapa rodoviário mais tradicional do Brasil, o guia 4 Rodas, só >> mostra essas informaçoes: preto quando é estrada de terra, vermelho >> quando é asfaltada, e amarelo com bordas vermelhas quando é duplicada. >> Realmente não precisa de mais nada. >> >> A classificação que proponho acima é orientada pelo ponto de vista de >> um usuário de mapas rodoviários, informações simples e claras. Se vejo >> uma estrada verde ou azul (mapnik) então eu sei que é duplicada. Se é >> vermelha, não é duplicada mas é pavimentada. Se é amarela então deve >> ser de terra. >> >> O que vocês acham? >> >> abraço a todos >> >> Gerald >> >> Links: >> ------ >> [1] http://osm.org/go/PAWboq0f- >> >> >> ______________________________**_________________ >> Talk-br mailing list >> [email protected] >> http://lists.openstreetmap.**org/listinfo/talk-br<http://lists.openstreetmap.org/listinfo/talk-br> >> > > -- > wille > http://wille.blog.br > > > ______________________________**_________________ > Talk-br mailing list > [email protected] > http://lists.openstreetmap.**org/listinfo/talk-br<http://lists.openstreetmap.org/listinfo/talk-br> >
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