Concordo que antes de diferenciar pela largura é mais importante diferenciar se a via é particular ou pública. Mudei a parte cinza do fluxograma para contemplar isso e mais algumas consequências. (O resto pode ter mudado de layout, mas não mudaram as conexões entre as caixas.) http://i.imgur.com/ZbrZeov.png
Essa nova alteração tenta implementar essas combinações na parte cinza: Living Street: - pública + estreita + pavimentada - pública + larga + com pedestres Track: - pública + estreita + não pavimentada - particular + não pavimentada Service: - particular + pavimentada - pública + estacionamentos Eu reli o artigo de "living street" e proponho que usemos essa definição no Brasil: "uma via onde pedestres têm preferência sobre veículos, por hábito ou por sinalização oficial". O caso da "sinalização oficial" é muito raro no Brasil (nunca vi, mas imagino que exista em algum lugar), então o melhor seria tentar definir o que é o "hábito". Uma definição eu já dei: que haja muitos pedestres circulando na via (só pode ser medido por quem mora ou passa regularmente pelo local). Outra eu propus: que a via seja estreita (pode estar bloqueada por atividades de moradores, como deixando carros estacionados dificultando a passagem.) Essa segunda é a mais comum dentro de favelas, mas acontece em outros lugares também onde seria interessante usar essa classificação para influenciar o cálculo de rotas. Pelo fluxograma, aquilo que o wiki chama de "track" com "tracktype=grade" seria uma living street. Acho que é a esse caso a que você se refere, Nelson. Nesse caso, acho que diferença mais comum seria se a via acontece em área urbana ou não. O que você acha? Sei que a diferença seria dado pelo papel da via, mas quero diminuir o número de vezes em que é necessário justificar. Já usar "living street" no interior de condomínios foi uma opinião que eu defendi mas não concordo mais muito com ela. Não seria incorreto classificá-las como "service" porque conduzem até residências. Como está bem livre, aqui eu deixaria a minha percepção de importância ser influenciada um pouco pelo Mapnik: as "service" desaparecem em níveis de ampliação médios, enquanto que as "living street" permanecem até os níveis mais afastados. Além disso, as "service" são mais finas, indicando que costumam ser complexas e aparecer em interiores. Um condomínio residencial pode ser algo bem grande e com vias do tamanho de avenidas, mas se é privado, será que deve receber a mesma importância "gráfica" que outras vias públicas? Normalmente você não vai passar por dentro a menos que esteja indo visitar alguém (que é o conceito de access=destination, nunca usado com vias públicas). Do ponto de vista do roteamento, acho que faz pouca diferença, mas me pergunto o que acharia alguém olhando o mapa (que não conhece essas nossas definições detalhadas). Mais um detalhe: combinar "living street" com a tag "access" produz um resultado bem ruim: o Mapnik pinta um tracejado espesso vermelho semitransparente que fica praticamente invisível em cima do cinza das "living street". Com as "service" fica bem claro. Isso me sugere que a equipe do Mapnik não considerou a possibilidade de combinar tags access com "living street"; eu suponho que eles presumem que são quase sempre públicas. Mas, como sempre, há as exceções. Se um condomínio for realmente grande (o que é raro), acho possível ignorar o fato de que são vias particulares e classificar de acordo com as outras definições, mas daí justificar essa decisião na tag "note". 2013/5/23 Nelson A. de Oliveira <[email protected]>: > 2013/5/23 Fernando Trebien <[email protected]>: >> Fluxograma revisado e atualizado com uma medida exata para os >> critérios ligado a larguras (inspirado nas larguras de faixas do >> DNIT): http://i.imgur.com/I6GQ0CH.png > > Ali na parte do track, se a via tiver menos que 12m de largura, > independente de ser pavimentada ou não, ela pode ser track (os grades > do track, lembra?) > Da mesma forma, pode existir highway=service em vias mais estreitas > (como um drive-through, estacionamento, etc). Pelo fluxograma os > services são sempre >= 12m. > Se a via for particular, o fluxograma também diz que sempre será > service, o que não condiz com a realidade também (por exemplo, as vias > de um residencial (living_street) não possuem acesso público, logo > sendo marcadas como access=private) > > De resto por mim está perfeito. > > _______________________________________________ > Talk-br mailing list > [email protected] > http://lists.openstreetmap.org/listinfo/talk-br -- Fernando Trebien +55 (51) 9962-5409 "The speed of computer chips doubles every 18 months." (Moore's law) "The speed of software halves every 18 months." (Gates' law) _______________________________________________ Talk-br mailing list [email protected] http://lists.openstreetmap.org/listinfo/talk-br
