Talvez isso seja um exemplo do que esse pessoal da indústria dos concursos
chama de “raciocinar fora da caixa”, hehe...                

 

[ ]s

 

Alvaro Augusto

[email protected]

http://www.lunabay.com.br/

http://twitter.com/alvaro_augusto

 

 

De: [email protected] [mailto:[email protected]]
Em nome de Decio Krause
Enviada em: quarta-feira, 20 de janeiro de 2010 19:08
Para: Eduardo Ochs
Cc: logica-l área de LÓGICA
Assunto: Re: [Logica-l] Raciocínio "lógico"

 

OK, Didimo

Digamos que você tenha acertado: mas ainda tá 2x1 para os que não têm
raciocínio lógico, como eu e o Eduardo.

D.


________________________________

Decio Krause

Departamento de Filosofia

Universidade Federal de Santa Catarina

88040-990 Florianópolis, SC -- Brasil

[email protected]

www.cfh.ufsc.br/~dkrause

________________________________

 

"But there is a contradiction here!---Well, then there is a contradiction
here. Does it do any harm here?" (Wittgenstein, Remarks on the Foundations
of Mathematics)

 





 

Em 20/01/2010, às 18:14, Eduardo Ochs escreveu:





Não vale, você olhou a resposta! 8-)
E duzentos não é "a próxima letra que começa com D"... 8-\

  [[]]s,
    Eduardo-que-não-começa-com-D Ochs
    [email protected]
    http://angg.twu.net/



2010/1/20 Dídimo Matos <[email protected]>

Duzentos, é a próxima letra que começa com d.

 

Abraços,
Dídimo Matos
http://didimomatos.zip.net
http://twitter.com/didimogeorge
_______________________
As explicações científicas são reais e completas, 
tal como as explicações da vida quotidiana e das religiões 
tradicionais. Diferem destas últimas unicamente por serem mais 
precisas e mais facilmente refutadas pela observação dos factos.

 

From: Eduardo Ochs <mailto:[email protected]>  

Sent: Wednesday, January 20, 2010 4:55 PM

To: Decio Krause <mailto:[email protected]>  

Cc: logica-l área de LÓGICA <mailto:[email protected]>  

Subject: Re: [Logica-l] Raciocínio "lógico"

 

Um amigo meu mostrou esse problema pra mim e pra um conhecido nosso
meses atrás, e nós passamos uns 20 minutos tentando encontrar a regra
de formação da seqüência... como nós não conseguíamos ele foi dando
mais termos da seqüência - com "..."s nos lugares certos - e por volta
do 200000 a gente desistiu e ele contou a regra.

Pelo menos ele foi honesto e avisou desde o início que pessoas que
sabem Matemática costumam ter muito mais dificuldade pra resolver esse
problema que pessoas "normais"... 8-\

  [[]],
    Eduardo Ochs
    [email protected]
    http://angg.twu.net/



2010/1/20 Decio Krause <[email protected]>

Pessoal 

Vejam o que saiu na Gazeta do Povo de Curitiba hoje. Quem acerta a pergunta
que fazem no texto? Vamos fazer uma estatística nesta lista? Eu já errei:
aliás, nem  consegui responder porque simplesmente não sabia o que fazer, já
que minha aritmética não indicava qualquer conexão entre os números. Vejam
vocês  mesmos e surpreendam-se com a resposta e com a "técnica" usada para
formar a sequência (e tem gente que ganha dinheiro "ensinando" essas
besteiras).

D.

 


Provas testam o raciocínio


Processos de seleção têm incorporado o teste de lógica para ver a habilidade
do candidato em tomar decisões

20/01/2010 | 00:01 | MARCUS AYRES, JORNAL DE MARINGÁ ON-LINE 

·
<http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/posgraduacao/conteudo.phtml?err=1&id=
965322> Comunicar erros 

·          <http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/rss> RSS 

·         Imprimir 

·
<http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/posgraduacao/conteudo.phtml?ema=1&id=
965322> Enviar por email 

·          <http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/sms> Receba notícias pelo
celular 

·          <http://www.rpc.com.br/boletiminteligente> Receba boletins 

·         Aumentar letra 

·         Diminuir letra 

Em um concurso público, os candidatos podem se deparar com a seguinte
questão: “Qual é o próximo número da sequência: 2, 10, 12, 16, 17, 18, 19?”.
Essa é uma típica pergunta de uma prova de raciocínio lógico, que tem se
tornado comum nas seleções. Pode parecer redundante haver testes para ver,
em última análise, se os candidatos pensam, mas eles têm a função de
escolher aqueles com a habilidade de solucionar problemas somente com o
raciocínio.

De acordo com o matemático e especialista em raciocínio lógico, José Carlos
Pacífico, praticamente todos os concursos de nível superior estão cobrando a
matéria. “Alem da matemática, que já era comum na aplicação dos testes, o
raciocínio lógico matemático entrou como novidade. Alguns concursos
começaram a exigir esse conteúdo há cerca de quatro anos, mas desde 2008
praticamente todos estão cobrando, como a Polícia Rodoviária Federal e a
Receita Federal”, explica o professor que há 20 anos trabalha com cursos
preparatórios em Maringá (Noroeste do estado).

Mas o que é o raciocínio lógico? Segundo Pacífico, a ideia de raciocínio vem
da dedução mental. “Uma pessoa estuda raciocínio lógico para ter atitudes
matemáticas mais rápidas, ou seja, quando surgir um problema, ela poderá
optar por aquilo que é mais adequado para resolver a questão. O raciocínio
matemático serve para agilizar o pensamento e as atitudes em função de uma
situação de risco”.

·         Saiba mais 

·         Veja algumas questões que caíram em provas de concursos públicos 


Dicas


Veja alguns conselhos para se preparar para a prova de raciocínio.

Conteúdo

Como a matéria não consta na programação do ensino fundamental, ensino médio
ou em algum curso de nível superior, é importante o candidato conhecer o
conteúdo, por livros, apostilas ou cursinhos preparatórios.

Material

Um bom material é essencial para compreensão do conteúdo. Algumas apostilas
trazem muitos exercícios.

Questões

Trabalhe questões que já caíram em outros concursos. As perguntas que caem
nos testes costumam ter as mesmas características. Portanto, habitue-se com
os problemas.

Diversidade

Varie os tipos de questões estudadas. Existem perguntas voltadas para a
sequência lógica matemática, sequência numérica, sequência de objetos,
análise combinatória, arranjo, permutação, entre outros.

Apesar de ser encarada como um “bicho de sete cabeças” por muitos, Pacífico
afirma que a matéria apenas parece que é difícil. “Embora elaborar um
raciocínio não seja algo mecânico, é fácil perceber as etapas de montagem de
um problema. A dedução lógica acontece por meio de uma leitura atenta que
leva a uma boa interpretação. Após a leitura, o candidato identifica qual é
o conteúdo, monta uma estratégia e faz a resolução matemática”, explica.

Para “ensinar os outros a pensar”, Pacífico repassa vários exemplos de
concursos já realizados. “Nos testes, as questões de têm a mesma
característica. Então trabalhamos com vários tipos de exercícios. Com
treino, os candidatos ficam mais habituados com os problemas”.

Dificuldades

Para Pacífico, a maior dificuldade encontrada pelos estudantes está no fato
de o aluno não ter contato com o raciocínio lógico nos colégios e no ensino
superior. “Eles não viram isso no ensino fundamental, nem no ensino médio ou
na universidade. Quando começam a estudar no cursinho preparatório levam um
susto. É um desconhecimento total da matéria, a pessoa começa quase que do
zero”. 

A opinião do professor é compartilhada pela estudante Maria Isabel Sanches,
que tem prestado concursos há quatro anos. Segundo ela, a maior dificuldade
encontrada com o raciocínio lógico foi ter conhecido a matéria somente nos
cursinhos preparatórios. “No início é um pouco complicado, mas com treino
você começa a pensar melhor. Acho que deveria ser ensinado nos colégios,
porque também podemos utilizar o raciocínio lógico em outras matérias”.

A propósito, a resposta correta para a questão que abre este texto é 200,
pois o problema se refere aos números que começam com a letra “d”.

 
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osgraduacao/conteudo/339591897/Middle/default/empty.gif/62643735666136643439
636362653230> <empty.gif> 


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