Obrigado, Yuri
Antes fosse "engraçadinho" apenas, mas cai em concurso público !!
Em todo caso, acho que vai dar goleada. Será interessante depois enviar uma nota para o jornal falando do resultado aqui desta lista. Mas não sei: o que pode acontecer é cairmos mais ainda em descrédito (não poucos já nos acham, aos teóricos pelo menos, uns inúteis que deveríamos estar plantando batatas para aplacar a fome do povo).
Abraços,
200

________________________________
Decio Krause
Departamento de Filosofia
Universidade Federal de Santa Catarina
88040-990 Florianópolis, SC -- Brasil
[email protected]
www.cfh.ufsc.br/~dkrause
________________________________

"But there is a contradiction here!---Well, then there is a contradiction here. Does it do any harm here?" (Wittgenstein, Remarks on the Foundations of Mathematics)




Em 20/01/2010, às 19:26, yuri lumer escreveu:

3x1.

Eu já conhecia. Quando vi a primeira vez não acertei, mas acho o problema "engraçadinho".

A rigor, problemas do tipo "ache o próximo número" admitem qualquer resposta , já que é sempre possível, ao menos, encontrar infinitas funções polinomiais cujo os zeros sejam os elementos da sequência.

abs

2010/1/20 Decio Krause <[email protected]>
OK, Didimo
Digamos que você tenha acertado: mas ainda tá 2x1 para os que não têm raciocínio lógico, como eu e o Eduardo.
D.

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Decio Krause
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Em 20/01/2010, às 18:14, Eduardo Ochs escreveu:

Não vale, você olhou a resposta! 8-)
E duzentos não é "a próxima letra que começa com D"... 8-\

  [[]]s,
    Eduardo-que-não-começa-com-D Ochs
    [email protected]
    http://angg.twu.net/


2010/1/20 Dídimo Matos <[email protected]>
Duzentos, é a próxima letra que começa com d.

Abraços,
Dídimo Matos
http://didimomatos.zip.net
http://twitter.com/didimogeorge
_______________________
As explicações científicas são reais e completas,
tal como as explicações da vida quotidiana e das religiões
tradicionais. Diferem destas últimas unicamente por serem mais
precisas e mais facilmente refutadas pela observação dos factos.

From: Eduardo Ochs
Sent: Wednesday, January 20, 2010 4:55 PM
To: Decio Krause
Cc: logica-l área de LÓGICA
Subject: Re: [Logica-l] Raciocínio "lógico"

Um amigo meu mostrou esse problema pra mim e pra um conhecido nosso
meses atrás, e nós passamos uns 20 minutos tentando encontrar a regra
de formação da seqüência... como nós não conseguíamos ele foi dando
mais termos da seqüência - com "..."s nos lugares certos - e por volta
do 200000 a gente desistiu e ele contou a regra.

Pelo menos ele foi honesto e avisou desde o início que pessoas que
sabem Matemática costumam ter muito mais dificuldade pra resolver esse
problema que pessoas "normais"... 8-\

  [[]],
    Eduardo Ochs
    [email protected]
    http://angg.twu.net/


2010/1/20 Decio Krause <[email protected]>
Pessoal
Vejam o que saiu na Gazeta do Povo de Curitiba hoje. Quem acerta a pergunta que fazem no texto? Vamos fazer uma estatística nesta lista? Eu já errei: aliás, nem consegui responder porque simplesmente não sabia o que fazer, já que minha aritmética não indicava qualquer conexão entre os números. Vejam vocês mesmos e surpreendam-se com a resposta e com a "técnica" usada para formar a sequência (e tem gente que ganha dinheiro "ensinando" essas besteiras).
D.

Provas testam o raciocínio

Processos de seleção têm incorporado o teste de lógica para ver a habilidade do candidato em tomar decisões

20/01/2010 | 00:01 | MARCUS AYRES, JORNAL DE MARINGÁ ON-LINE
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Em um concurso público, os candidatos podem se deparar com a seguinte questão: “Qual é o próximo número da sequência: 2, 10, 12, 16, 17, 18, 19?”. Essa é uma típica pergunta de uma prova de raciocínio lógico, que tem se tornado comum nas seleções. Pode parecer redundante haver testes para ver, em última análise, se os candidatos pensam, mas eles têm a função de escolher aqueles com a habilidade de solucionar problemas somente com o raciocínio.

De acordo com o matemático e especialista em raciocínio lógico, José Carlos Pacífico, praticamente todos os concursos de nível superior estão cobrando a matéria. “Alem da matemática, que já era comum na aplicação dos testes, o raciocínio lógico matemático entrou como novidade. Alguns concursos começaram a exigir esse conteúdo há cerca de quatro anos, mas desde 2008 praticamente todos estão cobrando, como a Polícia Rodoviária Federal e a Receita Federal”, explica o professor que há 20 anos trabalha com cursos preparatórios em Maringá (Noroeste do estado).

Mas o que é o raciocínio lógico? Segundo Pacífico, a ideia de raciocínio vem da dedução mental. “Uma pessoa estuda raciocínio lógico para ter atitudes matemáticas mais rápidas, ou seja, quando surgir um problema, ela poderá optar por aquilo que é mais adequado para resolver a questão. O raciocínio matemático serve para agilizar o pensamento e as atitudes em função de uma situação de risco”.

Saiba mais
Veja algumas questões que caíram em provas de concursos públicos
Dicas

Veja alguns conselhos para se preparar para a prova de raciocínio.

Conteúdo

Como a matéria não consta na programação do ensino fundamental, ensino médio ou em algum curso de nível superior, é importante o candidato conhecer o conteúdo, por livros, apostilas ou cursinhos preparatórios.

Material

Um bom material é essencial para compreensão do conteúdo. Algumas apostilas trazem muitos exercícios.

Questões

Trabalhe questões que já caíram em outros concursos. As perguntas que caem nos testes costumam ter as mesmas características. Portanto, habitue-se com os problemas.

Diversidade

Varie os tipos de questões estudadas. Existem perguntas voltadas para a sequência lógica matemática, sequência numérica, sequência de objetos, análise combinatória, arranjo, permutação, entre outros.

Apesar de ser encarada como um “bicho de sete cabeças” por muitos, Pacífico afirma que a matéria apenas parece que é difícil. “Embora elaborar um raciocínio não seja algo mecânico, é fácil perceber as etapas de montagem de um problema. A dedução lógica acontece por meio de uma leitura atenta que leva a uma boa interpretação. Após a leitura, o candidato identifica qual é o conteúdo, monta uma estratégia e faz a resolução matemática”, explica.

Para “ensinar os outros a pensar”, Pacífico repassa vários exemplos de concursos já realizados. “Nos testes, as questões de têm a mesma característica. Então trabalhamos com vários tipos de exercícios. Com treino, os candidatos ficam mais habituados com os problemas”.

Dificuldades

Para Pacífico, a maior dificuldade encontrada pelos estudantes está no fato de o aluno não ter contato com o raciocínio lógico nos colégios e no ensino superior. “Eles não viram isso no ensino fundamental, nem no ensino médio ou na universidade. Quando começam a estudar no cursinho preparatório levam um susto. É um desconhecimento total da matéria, a pessoa começa quase que do zero”.

A opinião do professor é compartilhada pela estudante Maria Isabel Sanches, que tem prestado concursos há quatro anos. Segundo ela, a maior dificuldade encontrada com o raciocínio lógico foi ter conhecido a matéria somente nos cursinhos preparatórios. “No início é um pouco complicado, mas com treino você começa a pensar melhor. Acho que deveria ser ensinado nos colégios, porque também podemos utilizar o raciocínio lógico em outras matérias”.

A propósito, a resposta correta para a questão que abre este texto é 200, pois o problema se refere aos números que começam com a letra “d”.

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