Na verdade as soluções são infinitas, prque esta sequência pode ser o
segmento inicial de infinitas sequências recursivas. Não-recursivas mas
defin´veis, então, sai de perto...

Estes testes de QI são burros e ignorantes de matemática.

2010/1/20 yuri lumer <[email protected]>

> Carlos, existe um polinômio de grau 7 que "passa" por esses números. Estou
> sem o matlab aqui se não te dava ele exatamente.
> Existe um procedimento simples(analiticamente) para construir este
> polinômio que envolve combinações com as diferenças reiteradas dos elementos
> da sequência. Se eu não me engano teve uma olimpíada russa de matemática que
> teve uma questão que pedia para deduzir esta fórmula.
>
> Enfim, existem infinitas funções que passam por um nº finito de pontos. A
> questão para ser precisa poderia invocar alguma medida de complexidade,
> desta forma perguntaríamos qual o próximo número da sequência, que seja
> fruto da "menor" regra de formação.
>
> Prof. Decio, infelizmente , questão mal ou muito mal formuladas não são
> raras em concursos públicos.
>
> abs
>
>
>
>
>
> 2010/1/20 Carlos Santos Jr. <[email protected]>
>
>> 2010/1/20 Yuri <[email protected]>:
>> > Carlos
>> > Qualquer número. Depois é só pegar um polinômio cujo os elementos da
>> > sequência sejam os zeros.Existem infinitos e ao menos um de grau n-1.
>> >
>> > Entendeu?
>>
>> Entendi o que vc falou, mas eu nao saberia elaborar essa "prova" de
>> que qualquer numero que entrar ali forma uma sequencia. Em outras
>> palavras, mostrar a logica que o numero escolhido pra completar a
>> sequencia gerou. Talvez um exemplo me ajude:
>>
>> Questao: 0, 1, 1, 2, 3, 5, 8, X
>>
>> Valor aleatorio para X=308
>>
>> Grupo: 1, 1, 2, 3, 5, 8, 308
>>
>> Que sequencia esse grupo de numeros gera?
>>
>> Carlos.
>>
>> >
>> > Abs
>> >
>> >
>> > Sds,
>> >
>> > Yuriphone
>> >
>> >
>> > On 20/01/2010, at 19:45, "Carlos Santos Jr." <[email protected]>
>> wrote:
>> >
>> >> Oi Yuri,
>> >>
>> >> Vc anima de-monstrar que qualquer numero seria uma resposta correta?
>> >>
>> >> Abraco,
>> >> Carlos.
>> >>
>> >> 2010/1/20 yuri lumer <[email protected]>:
>> >>>
>> >>> 3x1.
>> >>> Eu já conhecia. Quando vi a primeira vez não acertei, mas acho o
>> problema
>> >>> "engraçadinho".
>> >>> A rigor, problemas do tipo "ache o próximo número" admitem qualquer
>> >>> resposta
>> >>> , já que é sempre possível, ao menos, encontrar infinitas funções
>> >>> polinomiais  cujo os zeros sejam os elementos da sequência.
>> >>> abs
>> >>>
>> >>> 2010/1/20 Decio Krause <[email protected]>
>> >>>>
>> >>>> OK, Didimo
>> >>>> Digamos que você tenha acertado: mas ainda tá 2x1 para os que não têm
>> >>>> raciocínio lógico, como eu e o Eduardo.
>> >>>> D.
>> >>>>
>> >>>> ________________________________
>> >>>> Decio Krause
>> >>>> Departamento de Filosofia
>> >>>> Universidade Federal de Santa Catarina
>> >>>> 88040-990 Florianópolis, SC -- Brasil
>> >>>> [email protected]
>> >>>> www.cfh.ufsc.br/~dkrause
>> >>>> ________________________________
>> >>>> "But there is a contradiction here!---Well, then there is a
>> >>>> contradiction
>> >>>> here. Does it do any harm here?" (Wittgenstein, Remarks on the
>> >>>> Foundations
>> >>>> of Mathematics)
>> >>>>
>> >>>>
>> >>>>
>> >>>> Em 20/01/2010, às 18:14, Eduardo Ochs escreveu:
>> >>>>
>> >>>> Não vale, você olhou a resposta! 8-)
>> >>>> E duzentos não é "a próxima letra que começa com D"... 8-\
>> >>>>
>> >>>>  [[]]s,
>> >>>>    Eduardo-que-não-começa-com-D Ochs
>> >>>>    [email protected]
>> >>>>    http://angg.twu.net/
>> >>>>
>> >>>>
>> >>>> 2010/1/20 Dídimo Matos <[email protected]>
>> >>>>>
>> >>>>> Duzentos, é a próxima letra que começa com d.
>> >>>>>
>> >>>>> Abraços,
>> >>>>> Dídimo Matos
>> >>>>> http://didimomatos.zip.net
>> >>>>> http://twitter.com/didimogeorge
>> >>>>> _______________________
>> >>>>> As explicações científicas são reais e completas,
>> >>>>> tal como as explicações da vida quotidiana e das religiões
>> >>>>> tradicionais. Diferem destas últimas unicamente por serem mais
>> >>>>> precisas e mais facilmente refutadas pela observação dos factos.
>> >>>>> From: Eduardo Ochs
>> >>>>> Sent: Wednesday, January 20, 2010 4:55 PM
>> >>>>> To: Decio Krause
>> >>>>> Cc: logica-l área de LÓGICA
>> >>>>> Subject: Re: [Logica-l] Raciocínio "lógico"
>> >>>>> Um amigo meu mostrou esse problema pra mim e pra um conhecido nosso
>> >>>>> meses atrás, e nós passamos uns 20 minutos tentando encontrar a
>> regra
>> >>>>> de formação da seqüência... como nós não conseguíamos ele foi dando
>> >>>>> mais termos da seqüência - com "..."s nos lugares certos - e por
>> volta
>> >>>>> do 200000 a gente desistiu e ele contou a regra.
>> >>>>>
>> >>>>> Pelo menos ele foi honesto e avisou desde o início que pessoas que
>> >>>>> sabem Matemática costumam ter muito mais dificuldade pra resolver
>> esse
>> >>>>> problema que pessoas "normais"... 8-\
>> >>>>>
>> >>>>>  [[]],
>> >>>>>    Eduardo Ochs
>> >>>>>    [email protected]
>> >>>>>    http://angg.twu.net/
>> >>>>>
>> >>>>>
>> >>>>> 2010/1/20 Decio Krause <[email protected]>
>> >>>>>>
>> >>>>>> Pessoal
>> >>>>>> Vejam o que saiu na Gazeta do Povo de Curitiba hoje. Quem acerta a
>> >>>>>> pergunta que fazem no texto? Vamos fazer uma estatística nesta
>> lista?
>> >>>>>> Eu já
>> >>>>>> errei: aliás, nem  consegui responder porque simplesmente não sabia
>> o
>> >>>>>> que
>> >>>>>> fazer, já que minha aritmética não indicava qualquer conexão entre
>> os
>> >>>>>> números. Vejam vocês  mesmos e surpreendam-se com a resposta e com
>> a
>> >>>>>> "técnica" usada para formar a sequência (e tem gente que ganha
>> >>>>>> dinheiro
>> >>>>>> "ensinando" essas besteiras).
>> >>>>>> D.
>> >>>>>>
>> >>>>>> Provas testam o raciocínio
>> >>>>>>
>> >>>>>> Processos de seleção têm incorporado o teste de lógica para ver a
>> >>>>>> habilidade do candidato em tomar decisões
>> >>>>>>
>> >>>>>> 20/01/2010 | 00:01 | MARCUS AYRES, JORNAL DE MARINGÁ ON-LINE
>> >>>>>>
>> >>>>>> Comunicar erros
>> >>>>>> RSS
>> >>>>>> Imprimir
>> >>>>>> Enviar por email
>> >>>>>> Receba notícias pelo celular
>> >>>>>> Receba boletins
>> >>>>>> Aumentar letra
>> >>>>>> Diminuir letra
>> >>>>>>
>> >>>>>> Em um concurso público, os candidatos podem se deparar com
>> a seguinte
>> >>>>>> questão: “Qual é o próximo número da sequência: 2, 10, 12, 16, 17,
>> 18,
>> >>>>>> 19?”. Essa é uma típica pergunta de uma prova de raciocínio lógico,
>> >>>>>> que tem
>> >>>>>> se tornado comum nas seleções. Pode parecer redundante haver testes
>> >>>>>> para
>> >>>>>> ver, em última análise, se os candidatos pensam, mas eles têm a
>> função
>> >>>>>> de
>> >>>>>> escolher aqueles com a habilidade de solucionar problemas somente
>> com
>> >>>>>> o
>> >>>>>> raciocínio.
>> >>>>>>
>> >>>>>> De acordo com o matemático e especialista em raciocínio lógico,
>> José
>> >>>>>> Carlos Pacífico, praticamente todos os concursos de nível superior
>> >>>>>> estão
>> >>>>>> cobrando a matéria. “Alem da matemática, que já era comum
>> na aplicação
>> >>>>>> dos
>> >>>>>> testes, o raciocínio lógico matemático entrou como novidade. Alguns
>> >>>>>> concursos começaram a exigir esse conteúdo há cerca de quatro anos,
>> >>>>>> mas
>> >>>>>> desde 2008 praticamente todos estão cobrando, como a
>> >>>>>> Polícia Rodoviária
>> >>>>>> Federal e a Receita Federal”, explica o professor que há 20 anos
>> >>>>>> trabalha
>> >>>>>> com cursos preparatórios em Maringá (Noroeste do estado).
>> >>>>>>
>> >>>>>> Mas o que é o raciocínio lógico? Segundo Pacífico, a ideia de
>> >>>>>> raciocínio
>> >>>>>> vem da dedução mental. “Uma pessoa estuda raciocínio lógico para
>> ter
>> >>>>>> atitudes matemáticas mais rápidas, ou seja, quando surgir
>> um problema,
>> >>>>>> ela
>> >>>>>> poderá optar por aquilo que é mais adequado para resolver a
>> questão. O
>> >>>>>> raciocínio matemático serve para agilizar o pensamento e as
>> atitudes
>> >>>>>> em
>> >>>>>> função de uma situação de risco”.
>> >>>>>>
>> >>>>>> Saiba mais
>> >>>>>> Veja algumas questões que caíram em provas de concursos públicos
>> >>>>>>
>> >>>>>> Dicas
>> >>>>>>
>> >>>>>> Veja alguns conselhos para se preparar para a prova de raciocínio.
>> >>>>>>
>> >>>>>> Conteúdo
>> >>>>>>
>> >>>>>> Como a matéria não consta na programação do ensino fundamental,
>> ensino
>> >>>>>> médio ou em algum curso de nível superior, é importante o candidato
>> >>>>>> conhecer
>> >>>>>> o conteúdo, por livros, apostilas ou cursinhos preparatórios.
>> >>>>>>
>> >>>>>> Material
>> >>>>>>
>> >>>>>> Um bom material é essencial para compreensão do conteúdo. Algumas
>> >>>>>> apostilas trazem muitos exercícios.
>> >>>>>>
>> >>>>>> Questões
>> >>>>>>
>> >>>>>> Trabalhe questões que já caíram em outros concursos. As perguntas
>> que
>> >>>>>> caem nos testes costumam ter as mesmas características. Portanto,
>> >>>>>> habitue-se
>> >>>>>> com os problemas.
>> >>>>>>
>> >>>>>> Diversidade
>> >>>>>>
>> >>>>>> Varie os tipos de questões estudadas. Existem perguntas voltadas
>> para
>> >>>>>> a
>> >>>>>> sequência lógica matemática, sequência numérica, sequência de
>> objetos,
>> >>>>>> análise combinatória, arranjo, permutação, entre outros.
>> >>>>>>
>> >>>>>> Apesar de ser encarada como um “bicho de sete cabeças” por muitos,
>> >>>>>> Pacífico afirma que a matéria apenas parece que é difícil. “Embora
>> >>>>>> elaborar
>> >>>>>> um raciocínio não seja algo mecânico, é fácil perceber as etapas de
>> >>>>>> montagem
>> >>>>>> de um problema. A dedução lógica acontece por meio de uma leitura
>> >>>>>> atenta que
>> >>>>>> leva a uma boa interpretação. Após a leitura, o candidato
>> identifica
>> >>>>>> qual é
>> >>>>>> o conteúdo, monta uma estratégia e faz a resolução matemática”,
>> >>>>>> explica.
>> >>>>>>
>> >>>>>> Para “ensinar os outros a pensar”, Pacífico repassa vários exemplos
>> de
>> >>>>>> concursos já realizados. “Nos testes, as questões de têm a mesma
>> >>>>>> característica. Então trabalhamos com vários tipos de exercícios.
>> Com
>> >>>>>> treino, os candidatos ficam mais habituados com os problemas”.
>> >>>>>>
>> >>>>>> Dificuldades
>> >>>>>>
>> >>>>>> Para Pacífico, a maior dificuldade encontrada pelos estudantes está
>> no
>> >>>>>> fato de o aluno não ter contato com o raciocínio lógico nos
>> colégios e
>> >>>>>> no
>> >>>>>> ensino superior. “Eles não viram isso no ensino fundamental, nem no
>> >>>>>> ensino
>> >>>>>> médio ou na universidade. Quando começam a estudar no cursinho
>> >>>>>> preparatório
>> >>>>>> levam um susto. É um desconhecimento total da matéria, a pessoa
>> começa
>> >>>>>> quase
>> >>>>>> que do zero”.
>> >>>>>>
>> >>>>>> A opinião do professor é compartilhada pela estudante Maria Isabel
>> >>>>>> Sanches, que tem prestado concursos há quatro anos. Segundo ela, a
>> >>>>>> maior
>> >>>>>> dificuldade encontrada com o raciocínio lógico foi ter conhecido a
>> >>>>>> matéria
>> >>>>>> somente nos cursinhos preparatórios. “No início é um pouco
>> complicado,
>> >>>>>> mas
>> >>>>>> com treino você começa a pensar melhor. Acho que deveria
>> ser ensinado
>> >>>>>> nos
>> >>>>>> colégios, porque também podemos utilizar o raciocínio lógico em
>> outras
>> >>>>>> matérias”.
>> >>>>>>
>> >>>>>> A propósito, a resposta correta para a questão que abre este texto
>> é
>> >>>>>> 200, pois o problema se refere aos números que começam com a letra
>> >>>>>> “d”.
>> >>>>>>
>> >>>>>> <empty.gif>
>> >>>>>> ________________________________
>> >>>>>> Decio Krause
>> >>>>>> Departamento de Filosofia
>> >>>>>> Universidade Federal de Santa Catarina
>> >>>>>> 88040-990 Florianópolis, SC -- Brasil
>> >>>>>> [email protected]
>> >>>>>> www.cfh.ufsc.br/~dkrause
>> >>>>>> ________________________________
>> >>>>>> "But there is a contradiction here!---Well, then there is a
>> >>>>>> contradiction here. Does it do any harm here?" (Wittgenstein,
>> Remarks
>> >>>>>> on the
>> >>>>>> Foundations of Mathematics)
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>> >>>>>> Logica-l mailing list
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>> >> --
>> >> Carlos D Santos Jr., PhD
>> >> Postdoctoral Research Associate @ University of São Paulo
>> >> http://ccsl.ime.usp.br
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>>
>> --
>> Carlos D Santos Jr., PhD
>> Postdoctoral Research Associate @ University of São Paulo
>> http://ccsl.ime.usp.br
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