Prezados, concordo plenamente com o que foi colocado por Ruda e Terceiro. Tenho aula todos os sábados pela manhã lá em ADM e se possível participarei da reunião no dia 31/8 para também contribuir na elaboração das propostas para a SECTI.
Abraços, *Edisio Brandão* Coordenação de Inovações Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia Colinas de São Lázaro, 203 - Federação. Salvador - Bahia CEP: 40210-720 Tel: 71 3116-7683 Fax: 71 3116-7652 www.fapesb.ba.gov.br [EMAIL PROTECTED] Em 26/03/07, Ruda Filgueiras <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
Olá todos, Eu não havia me manifestado ainda nessa thread, mas me sinto abrigado a fazer alguns comentários: On 3/26/07, Carla Elaine Freitas Santos <[EMAIL PROTECTED]> wrote: > Eu concordo com a visão de Terceiro. Lembro-me também de algumas > migrações que tive conhecimento, onde a migração foi forçada pela alta > gestão, foi muito mal planejada e o que mais se ouviu é "esse linux não > presta". Eu acredito que na máxima "risco e oportunidade". Estamos numa esquina do momento, de mudança de governo e novas escolhas. A questão é que sempre vai haver um risco da migração não dar certo, e por isso é fundamental um bom planejamento de forma a suprir realmente as necessidades dos usuários e não "jogar" o Software Livre para cima deles. Além disso a sensibilização e o processo de mudança de paradigma envolve muitas questões não técnicas e de filosofia em relação a por que usar isto ou aquilo. Antes de impor algo a SECTI precisa comer da sua própria comida, investindo em uma migração séria e bem fundamentada, para depois sugerir isso a outros setores mostrando seus resultados como o maior incentivo. > Acho que o ponto principal é conscientizar e mostrar as pessoas as > possibilidades que se tem com Software Livre. E que na verdade, ele > presta sim :) Eu concordo, mas nesse caso não é apenas que ele "presta", pois funcionar é o mínimo. Se não funcionou direito para os usuários é por que a migração não foi bem realizada. Eu acho que SL tem condições de se mostrar mais eficiente (menor custo e maior qualidade/segurança), devido a suas características, mas para isso precisa ser bem utilizado. Funcionar por funcionar, tanto faz ser SL ou proprietário. Além disso coloco algumas questões que podem ser pertinentes: * Por que a SECTI está investindo nessas tecnologias? Justificativas técnicas e não técnicas? * Será que a comunidade (pessoas, governo, universidade, empresas) tem condição de absorver a demanda que virá se todas essas iniciativas propostas derem resultado? * Como formar profissionais qualificados projetar, instalar e manter essas soluções basedas em SL ? * Como as empresas do setor de TI vão reagir a essa "ênfase" em SL e como auxiliá-las a se envolver e participar desse processo via conscientização? * Como usar o Software Livre para o desenvolvimento do setor de TI da Bahia e quebrar o paradigma de que com SL não se pode ganhar dinheiro? > Abraços > > Carla Elaine Freitas Santos > Analista de Segurança da Informação > Universidade Federal da Bahia > > > > Antonio S. de A. Terceiro wrote: > > Vicente Aguiar escreveu isso aí: > > > >> Ok, pessoal; > >> > >> Podemos então tentar construir *propostas* a partir da sugestão de > >> temas sugeridas por Nelson Pretto. Agora, não sei se via lista de > >> emails seria o melhor lugar... o que vocês acham de colocarmos no > >> Twiki? > >> > > > > Basta ter um voluntário que queira sistematizar as propostas. > > > > > >> 3.2 - Políticas Públicas (de Estado, aprovadas em lei) -> Aprovação > >> de leis (projeto de lei) que exigiam (obriguem) a adoção de Software > >> livre pelo Estado da Bahia - independente de mudança de governo. > >> Alguém conhece algum exemplo de lei que pode servir de referência? > >> > > > > Eu acho que tentar fazer isso vai ser um grande desperdício de energia. > > As Leis -- quando é do interesse dos legisladores -- mudam muito > > facilmente. Já a cultura, que é o grande entrave para o software livre, > > muda muito lentamente ... colocar software livre na tora não garante > > nada, basta haver vontade política que isso pode ser revertido (vide > > caso da lei estadual do Rio Grande do Sul). > > > > Por mais que a constituição fundamente a opção pelo software livre, acho > > que estrategicamente não vale à pena, ao menos no nível estadual, ir > > por esse caminho. Muito mais útil seria trabalhar pra ver as legislação > > de editais públicos serem efetivamente cumprida, sem direcionamento de > > compra de software para produtos de uma empresa específica, por > > exemplo, fora outros vícios. > > > > Se criamos uma lei que obriga (ou mesmo que recomende) o uso de software > > livre, é muito fácil derrubá-la. Se conseguimos trabalhar uma mudança de > > cultura e as pessoas entendem de fato o porquê de optar pelo > > software livre, a legislação pode ser acabar que as pessoas não vão > > voltar ao software proprietário. > > > > É como no debate free software X open source: se ganhamos usuários com > > base em questões práticas, nada impede que esses usuários voltem ao > > software proprietário pelos mesmos motivos. Se as pessoas entendem o que > > a gente quer dizer com liberdade, elas darão valor a essa liberdade e > > não vão querer abrir mão dela. > > > > > > _______________________________________________ > PSL-BA mailing list > [email protected] > https://mail.dcc.ufba.br/cgi-bin/mailman/listinfo/psl-ba > -- Rudá Porto Filgueiras Empresa Livre - http://www.empresalivre.com.br Hospedagem Plone, Zope e Python? http://www.pytown.com _______________________________________________ PSL-BA mailing list [email protected] https://mail.dcc.ufba.br/cgi-bin/mailman/listinfo/psl-ba
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