O problema do pacifismo brasileiro sempre leva para o caminho mais fácil...
e o pior... Deixar como está...


Esse é o problema. Não é o pacifismo, é o comodismo. Vejamos, se o
voto é obrigatório, mas não estamos satisfeitos com nossos políticos,
então podemos votar em branco ou nulo. Por mais que lei eleitoral
defina que esses votos não são válidos e não os compute para a
eleição, uma quantidade muito grande desses votos já demonstraria o
descontentamento do povo, e fariam os políticos refletirem. O povo não
é mais besta como se pensa (vide as eleições no nordeste, onde a
maioria dos "coronéis" caíram). Outra opção seria a ausência, dúvido
muito que, se mais de 50% dos eleitores não fossem as ruas, haja
alguma punição.

Ghandy foi um grande pacifista, mas não era comodista, ele lutou pelo
que acreditava. Sem armas, sem violência (pelo menos, por parte dos
indianos).

Essa de brasileiro ser pacifista é que eu não engulo. Veja nos
estádios a agressividade do brasileiro. Infelizmente.


--
O nosso sacrifício é consciente.
É a quota a pagar pela liberdade
                      Ernesto Guevara de la Serna

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