Então concordamos em absolutamente tudo, pois penso da mesma forma em todos os tópicos comentados por você.

Apenas gostaria de ressaltar que minha opinião sobre a impossibilidade de "viver" somente com SL (ainda) é generalista sim, porém não no sentido pejorativo, é generalista no sentido de se referir a todas as necessidades ou possibilidades de uso e a usuário. Felizmente de forma progressiva isso está deixando de ser verdade.

Abraço,

ASF

On 8/1/06, Hudson Lacerda <[EMAIL PROTECTED]> wrote:
Antonio Fonseca escreveu:
> Caro Tiago,
>
> Segue uma sugestão de leitura, atente para o tema módulos de código
> proprietário no Kernel.
>
> Sendo as palavras de um desenvolvedor do kernel certamente devem valer mais
> do que as minhas.
>
> http://www.kroah.com/log/linux/ols_2006_keynote.html

Este texto é realmente muito interessante.

Sobre módulos proprietários, é de fato importante ter em mente aquela
projeção de que, se fosse permitido adicionar módulos proprietários ao
Linux, em um curto prazo distribuições mantidas por comunidade (como
Debian) entrariam em colapso e se extinguiriam.

>
> Só mais alguns pontos:
>
> 1- A pessoa que informou do uso de software proprietário, que quando
> retirado do Ubuntu "quebraria" o sistema, já repassou informações mais
> específicas sobre do que se trata para podermos analisar melhor?

Até agora, a informação mais relevante foi você mesmo que postou (sobre
/"restricted components"/):

http://www.ubuntu.com/ubuntu/licensing

>
> 2- É realmente possível "viver" somente com o que já existe em forma de
> software livre hoje? Ouso dizer que não (essa parece ser inclusive a
> opinião da própria FSF).

Discordo da _generalidade_ de sua resposta.

Eu não posso assumir que _todos os usuários_ ficariam satisfeitos
somente com software livre, mas *eu* estou mais do que satisfeito em
usar _somente software livre_.

[Pra ser rigorosamente exato, uso _um único_ software não-livre (Scala),
que é gratuito e cujo código-fonte eu posso obter e modificar para meu
próprio uso. O autor do programa tem considerado a hipótese de torná-lo
efetivamente um software livre, embora ainda não o tenha feito. Outra
possível exceção é um arquivo soundfont que veio com a placa de som.]

> Oferecer facilidade para o usuário do sistema Linux poder
> utilizar qualquer hardware disponível no mercado não me parece ser algo
> errado? Mas concordo que é preciso deixar claro como isso está sendo feito.

Acho aceitável até que a solução livre exista. E, sim, isso deveria ser
explicitamente indicado.

>
> 3- Se pelo menos alguém pudesse colaborar (talvez a pessoa que deu a
> informação inicial sobre o código proprietário) e informar o que extamente
> há no sistema que conflita com a informação de que ele é um sistema livre e
> por quê? Seria legal, seria sairmos da mera especulação.
>
> Infelizmente não disponho de muito tempo no momento para uma investigação
> individual  aprofundada.
>
> Abraço,
>
> ASF

Hudson





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