Boa, seria legal colocar estas especificações na cartilha? afinal é para usuário, leigo... ou empresa... Concertesa pode incentivar ainda mais a publicação e impressão por grupos estudantis ou empresas que não estão pensando em lucrar.
.ValessioBrito Em 29/03/07, Antonio S. de A. Terceiro<[EMAIL PROTECTED]> escreveu: > Aurélio Heckert escreveu isso aí: > > On 3/28/07, Fernando Aires <[EMAIL PROTECTED]> wrote: > > > > Olá! > > Vamos tirar alguns pelos dessa casca de ovo... ;-) > > > > > (...) > > > Na verdade, a gente tinha um ponto mais prático que ideológico. > > > Um Centro Acadêmico pobre e sem repasse (como o CACo ;) ) > > > poderia fazer algum dinheiro vendendo essas cartilhas por 1 real. > > > > A intenção da cartilha é divulgar o Software Livre e não ser fonte de > > renda para grupos ou instituições. > > > > *Restringir* (e não impedir) o uso comercial assegura que o trabalho > > coletivo não venha se tornar fonte de lucro com apropriação indevida. > > Exemplo prático: Os textos de Eitch foram usados no livro "Hackes" > > (livro bizarro) sem que ele soubesse e sem ser beneficiado, pq a > > licença permitia. > > > > Como Terceiro já disse, essa clausula não inviabiliza a colaboração, > > cópia, reuso nem as impressões que já fizemos dela. > > > > No software a história é outra, aumentar a base de usuários > > aumenta o valor do software, sendo assim é válido estimular > > o uso comercial (também) de softwares livres. > > > > > Mas, colocando a licença como non-commercial, coíbe-se esse > > > tipo de ação. > > > > Isso não é exatamente verdade. Vocês podem requerer ao > > PSL-BA e o PSL-BA em consenso com os autores pode permitir > > que vocês façam uso comercial da cartilha. (sem mudar a licença) > > > > O caso é que o PSL-BA também precisa de dinheiro, então eu > > acredito que seria interessante um pequeno repasse dessa venda > > para o PSL-BA. Vocês querem vender por 1 real, eu proponho > > que repassem 10 centavos por venda ao PSL-BA. Não precisa > > colocar código de barras e fazer controle de vendas não... > > Vocês declaram que venderam 20, nós acreditamos e vocês > > nos repassam 2 reais. Pronto. > > > > Proponho que o PSL-BA avalie dentro desses termos e eu > > como um dos menores autores dou minha permissão nesses > > termos ao CACo e ao DAComp-UFBA > > Eu não considero que uma entidade estudantil, grupo de usuário, PSL, ou > qualquer organização de interesse coletivo esteja fazendo uso comercial > ao vender a cartilha a um preço simbólico como 1, 2, 3 reais, mesmo que > tenha algum retorno financeiro com isso. > > Também não me incomodaria com alguém fazendo uma impressão de alta > qualidade com papel couchê, capa dura e marcador de página com detalhes > em ouro e vendendo pelo preço de custo, mesmo que fosse 100 conto. > > Eu teria um problema com alguém pegar a cartilha, fazer uma impressão > boazinha e lucrar com isso no padrão 'de mercado' sem que o movimento se > beneficiasse concretamente disso. > > De minha parte, eu estenderia essa permissão que Aurélio sugeriu pra > qualquer indivíduo ou grupo que venha a vender a cartilha por um preço > razoável em comparação ao custo de confecção, mesmo que tenha um margem > de receita com a venda, quando menor o preço maior a margem 'aceitável' > de receita. Eu era mais até de incluir isso explicitamente na mensagem > de copyright. > > O grande problema é definir precisamente essa noção. > > -- > Antonio S. de A. Terceiro <[EMAIL PROTECTED]> > http://people.softwarelivre.org/~terceiro/ > GnuPG ID: E6F73C30 > > > _______________________________________________ > PSL-BA mailing list > [email protected] > https://mail.dcc.ufba.br/cgi-bin/mailman/listinfo/psl-ba > -- .ValessioBrito ://valessio.ul-jb.org/ _______________________________________________ PSL-BA mailing list [email protected] https://mail.dcc.ufba.br/cgi-bin/mailman/listinfo/psl-ba
