segunda, 16 de fevereiro de 2009,
Alexandre Magno Brito de Medeiros <[email protected]> escreveu:

>2009/2/16 Ronan <[email protected]>
>>
>>
>>
>Vejamos o exemplo. Uma empresa faz um contrato de produção e
>distribuição
>> com um certo autor e pela distribuição pagará direitos autorais. Essa
>> empresa na surdina pega o material e distribui para a pirataria e
>> alega para o autor que ele não receberá os direitos autorais ou
>> receberá menos porque está tendo prejuízos com a pirataria...
>> Terceiros aproveitam da situação e distribuem gratuitamente o mesmo
>> material.
>
>
>> Então, foi onde eu perguntei: Quem é mais pirata?
>
>
>Cada um que seja deveria estar respondendo perante a justiça, que deve
>ter os dispositivos legais para tais julgamentos. Evidentemente eu
>enxergo, como você, que no exemplo acima a empresa também erra. Penso
>que discutir *quem é mais pirata* aqui servirá apenas para ofuscar uma
>questão maior que está no fundo: "por que o *'não'* à pirataria?".
>

A grande questão sobre a lei, qualquer lei, é lembrar que ela não brota
sozinha das pedras do caminho. E, em casos como este, ela é feita por
representantes das corporações interessadas para consolidar seus (de
ambos) interesses comerciais.

Nosso olhar sobre as leis tem que levar isso em conta: imaginem, por
exemplo, em que estágio de civilização estaríamos se todos os escravos
de todos os tempos resolvessem cumprir todas as leis de suas épocas?

[...]

Abraço,


-- 
Gunther Furtado
[email protected]

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